quinta-feira, 24 de dezembro de 2015


O MUNDO não tem azimute, nem sequer uma pequena bússola de escuteiro para se orientar e caminha aos tropeções como se estivesse completamente bêbado


O "TEMPO" dos descobrimentos passou e agora as novas descobertas entregues a departamentos de investigação e pesquisa esmiúçam com os olhos a brilhar a possibilidade de encontrar soluções que resolvam a mudança de paradigma num globo saturado de trapalhadas e completamente farto do entulho que lhe deitam às toneladas e que o não deixam respirar.
O modelo politico que se distendeu terra dentro e que possibilitou que alguns atingissem o topo de gama, cabendo-lhe em principio reger a orquestra do desenvolvimento económico, transformou-se numa amalgama de lixo no salve-se quem poder e o caos foi-se instalando paulatinamente como se de nada se tratasse - na base está o "OURO NEGRO" e a gula instalada para alimentar todo o tipo de propulsor, o que, em principio daria mais velocidade à promessa da compra e venda, mas e infelizmente e apesar da velocidade instalada o mundo regride, mirra e consome-se na angustia de não existirem meios equidistantes para acompanhar a rota dos aparentes vencedores, que quando bem analisada é de coisa nenhuma.

Se todos estiverem a perceber o que todos adivinham e se não conseguirem arranjar uma solução para resolver o inevitável, restará aos milhões que deambulam por baldios cercados por arame farpado as tocas da toupeira, o que pelo menos evitará que o massacre seja a  céu aberto e ás vistas de todos... não vá a consciência apanhar uma pneumonia e a ambição encalhar num qualquer coágulo que lhe para a máquina...

...os migrantes ou misturam-se rapidamente ou a ordem entrará em ação com a costumada eficácia de outros tempos...



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