quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Quem é o "palhaço" que manda "tocar" o sino?


Na passagem do ano é comum ouvirem-se “ apitos” de todo o tipo e feitio alertando o povo para mais uma festa e uma repetição do calendário – VIVA O ANO NOVO.

É um ritual que se repete e que tenta anestesiar com chamamentos veementes para comportamentos de relaxe as pessoas que perante os sacrifícios diários, tentam apagar da mente da vida quotidiana as agruras, enfatizando a “dolce vita ” que infelizmente tem um “tempo” para ser vivida uma única vez, ou será que não…?

Viver a vida uma única vez é uma penitência misteriosa porque quando se é concebido, forma-se um ser vivo maravilhoso, embrulhado num menino ou numa menina e com o destino traçado – inteligente ou com deficiências nos carretos, rico saudável, pobre deficiente, baixo gordo, magro alto, olhos castanhos, verdes, azuis, pretos e cabelos de todas as cores – o projecto que é automático obrigará no futuro próximo a encaixar as peças do puzzle e dessa construção arquitectada pela “natureza” formar-se-á um “Zé do mundo" que poderá vir à luz do dia em New York, Mamodeiro, na Ameixoeira ou no Pólo Norte para não dizer Pólo Sul, Equador ou Biafra.

O presépio instalado no centro nuclear da humanidade faz pensar que não existem razões substanciais para privilegiar os que nasceram no “berço dourado” em detrimento dos que vieram ao mundo “num casebre, num carro de bois ou de burros”… isto só acontece porque bem no fundo somos todos uns “PALHAÇOS” que representamos um papel sem querer saber quem dirige a orquestra…

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

"Prisão perpétua" para quem deliberadademente destrói o património Concelhio



A Capela da Ermida incorporada no palácio, que não é um expoente máximo de arte, nem é uma relíquia rica em património impar, mas representa um vínculo importante no conteúdo histórico do Concelho de Ílhavo, sofreu um “ataque” irracional de “alguém” que se julga “gente”, decidindo destruir à pedrada um monumento que foi protegido pela CMI quando resolveu investir num imóvel que ao tempo estava abandonado e degradado.

Sabemos que não é possível eliminar os actos de vandalismo e sabemos também que estes actos de loucura são absolutamente incontroláveis e que infelizmente proliferam na calada da noite, a coberto de mentes doentias e fora de qualquer contexto civilizacional, o que permite pensar que a justiça além de ser cega e justa, não pode ser igual para todos…

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

O "ordenado", aprisiona a imaginação para sair da crise...


A imaginação é um estúdio permanentemente activo que abre e fecha portas a velocidade estonteante. Esta potencialidade cerebral é um verdadeiro dom e quem o não possuir em plenitude não tem possibilidade de compreender que o mundo pode ter estado encarcerado nas masmorras cerebrais, à espera que o libertem e o deixem voar para longe – se assim tiver acontecido, isto é, se a capacidade imaginativa tiver estado acorrentada à herança repetitiva de acontecimentos que conduzem sempre ao passado e não tiver voado para longe, algo de mórbido e doentio dominou a capacidade de sonhar e alguém ou alguma coisa fez apagar uma chama que ilumina desde os primórdios a vida que certifica a liberdade – a liberdade está instalada no núcleo duro da fantástica internet cerebral e desenvolve-se sem padrastos e sem tutores, o que é preciso é que cada um esteja consciente da enorme potencialidade que tem instalada e por mero desconhecimento não ignore uma fonte a pulsar que ajuda a ultrapassar a força física permitindo por puro ilusionismo fazer levitar o mundo.

Antes de anteontem sonhei que tinha nascido em Manaus e hoje estou muito baralhado quanto ao sentido dos nascimentos, porque depois desse imponderável imaginativo, vi-me reconduzido a outros lugares distantes e que me pareciam familiares, inclusive a Estrada das Oliveiras que sarcasticamente tinha pregada no Arco uma placa em bronze a indicar ao transeunte menos avisado que se circulava na 5th. Avenue, um dos corações da América – a sensação da órbita que saiu do eixo e o desejo que isso tivesse mesmo acontecido, deixou um vazio áspero que não tem uma relação consistente, mas marca efectivamente que e apesar de tudo, a liberdade, que alguns desejam construir, não é uma fronteira artificial criada para impor uma obrigatoriedade de conduta social, porque isso está divorciado da imaginação, que naturalmente flutua e voa ao sabor do vento percorrendo os carreiros que bem entende.

O mundo está cinzento, está carregado de obrigações, exorbita de deveres e afunila nos “sábios”, que inevitavelmente escolhem o desastre de não saberem ao que vão, porque outros sempre atentos, lhes condicionam o fulgor e lhes indicam "educadamente" o caminho para receber um ordenado que é preciso "suar".

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Dr. João Primo um médico à altura dos desafios cardiacos

A medicina é uma ciência para debelar ou atenuar doenças, mas alguns médicos procuram na criatividade e no desafio especializado uma nova fronteira que abre perspectivas para além da mera fronteira química – o cateterismo cardíaco por via arterial é uma tecnologia coadjuvada por equipamentos electrónicos, que está classificada para atingir o coração que de outra maneira seria alvo de experimentação medicamentosa e se calhar e como último recurso de cirurgia agressiva, tem agora à disposição uma técnica que augura resultados verdadeiramente fantásticos – as arritmias cardíacas podem agora ser atenuadas ou erradicadas em definitivo pelo estudo electrofisiológico com ablação por radiofrequência e com esse procedimento de alta especialização médica, os doentes dum momento para o outro podem ver solucionado um mal que quando activo, prejudica gravemente o dia a dia, ocasionando um nervoso miudinho e um mal estar que coloca em perigo o equilíbrio emocional, atirando a boa disposição para a sarjeta.

JOÃO PRIMO, um médico excepcional que coloca acima dos interesses a vontade inquebrantável de solucionar ou ajudar a minorar uma deficiência eléctrica do coração que causa arritmias e que afecta milhares de portugueses, que a maior parte das vezes percorrem um calvário experimentando cardiologistas e medicamentos, é uma autoridade que esbanja competência e merece o reconhecimento de quem a ele recorre ou recorreu – quando muitos bocejam a rodo dizeres pouco abonatórios das capacidades dos portugueses em áreas especializadas da medicina, resta colocar uma interjeição que reflectirá a consciência de que nem tudo é assim e alguns existem, como o Dr. João Primo, que podem simplesmente ser promovidos a um quadro de excelência e serem um referencial profissional para as novas gerações.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

A " escolinha" é o centro nuclear das crises e por isso alguém tem de ser responsabilizado


Os alunos, as escolas e a competência dos profissionais que os acolhem, são o núcleo essencial para sair da crise e resolver de vez no médio prazo as “ falhas geológicas” que atrofiam os portugueses e os deixam à beira dum ataque de nervos quando não percebem patavina do que os rodeia e alguns angelicamente até fazem finca pé dum desconhecimento que os distingue e classifica como seres à margem dos movimentos de desenvolvimento que lhe são propostos ciclicamente – poder-se-á dizer que o desprezo expresso pelo que os rodeia se deve ao facto de nada poderem fazer para contrariar a onda que é de certo modo gigantesca e impossível de parar – é uma verdade que ignorar o “poder” de alguns face a outros seria uma opção hipócrita, já que apagar da consciência a realidade nua e crua e que se pode examinar no quotidiano, sonegando que o povo tal qual foi disciplinado depois da revolução? está manietado por falta de conhecimentos abrangentes e não pode recorrer a meios de sobrevivência para os quais não tem qualificação – por vezes, uns mais despertos e embora estejam feridos da formação básica, complementar, superior ou mesmo cientifica que seria a mola real para darem o salto, ultrapassam os obstáculos com esperteza e sem qualquer espécie de vergonha na cara, ocupam o intermédio e o topo dos patamares sociais, construindo rapidamente impérios que depois se tornam em “motores” para todo o clã, originando “castas” que se distendem pela sociedade, eternizando-se no espaço e no tempo.

Quando se fala de produtividade a rodo, tenta manipular-se a opinião pública, confundindo os reais problemas e sonegando à discussão temas nucleares como é o do ensino.

Logo que a escola num espaço geracional “produza matéria-prima” suficiente para ultrapassar o conhecimento dos professores à data, muitos dos problemas criativos que hoje existem e nos afogam num mar de lixo desaparecerão e novos focos de desenvolvimento aparecerão para ajudar a sair do sufoco uma juventude que é ostracizada para favorecer quem não tem aptidão profissional para desempenhar cargo executivo nenhum – a solução, está na utilidade do ensino que se passa como testemunho e só não vê, quem quer ver outros caminhos mais fáceis no tempo para resolver ambições de curto prazo e que obviamente são o “cancro” das últimas décadas.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Saquear o campo de "batalha" é prática corrente no comportamento de alguns portugueses


A “democracia” tal como foi” inventada” para Portugal, é um bluff e dificilmente resistirá a uma próxima revolução, não com cravos nos canos das espingardas, mas com violência e raiva estampada nas faces de quem possivelmente, não tem nada a perder – é inquestionável que o sistema que substituiu a chamada “ditadura” encheu o país de reformados jovens e mordomias e meios a esmo, mas que só são em plenitude aproveitados por meia “dúzia” de "católicos" afortunados – o resto do povo a trabalhar para não passar fome e apesar de ter o guarda fatos cheio de fraques, vê-se impossibilitado de utilizar tais artefactos porque tem vergonha de usar tais meios para as festas que frequenta no centro familiar e embora esteja “empapado” de diplomas de formação profissional não tem onde desenvolver a “ matière” para a qual e por força do FD foi obrigado a reclassificar-se.

A diferença essencial entre o que chamam ditadura e ao que chamam democracia, baseia-se num simples exemplo de compreensão fácil – na ditadura de Salazar e não se referenciam outras por não haver razão nenhuma para comparar, planeava-se a riqueza que era substantiva em reservas negociáveis a pronto, o que permitia uma redistribuição nos vários quadrantes de desenvolvimento do país e dava garantias dum futuro sustentável – na “democracia” dos que conseguem dominar o poder e para o manter nos limites, limitam-se a planear ambição pessoal e ajustam por incompetência, a solução fácil e repetitiva do investimento megalómano recorrendo ao crédito, o que não tem nenhuma espécie de sustentabilidade e que só parará quando, outros determinarem o fim da ilusão – a actual democracia não percebe ou não quer perceber, que sem fontes de riqueza consistentes, ninguém sobrevive ao endividamento excessivo e que quando não houver possibilidade de recorrer a “garantias” o povo minguará na rua e o País próspero e independente que D Afonso terá imaginado, será olhado como mais um a precisar de esmolas para sobreviver no dia a dia do inferno da concorrência fratricida, que os mais prósperos utilizam como arma letal – sem meio termo o capitalismo irracional e sem regulação firme que se pratica no ocidente, têm saída para meia dúzia de oportunistas que quando apuradas as contas serão esmagados no movimento de “ bola de neve” que não querem acreditar que já esteja em marcha.

Portugal pode ser um País de ladrões e “chicos espertos” mas o Estado tem rapidamente de saber rodear-se dos meios para impedir tal pouca-vergonha e eliminar veleidades que apostam em desfazer o sistema, afrontando com pulso de ferro todos os que desavergonhadamente afrontam a liderança do Estado eleito em sufrágio universal.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Califórnia, o "Estado dourado" e o espelho das nações no futuro


Portugal, o país que procura manipular a história através de "impulsos marinheiros", quando do que se trata é de chorar os "porões da memória" onde gerações inteiras trabalharam em condições desumanas, não obtendo resultado nem reconhecimento substantivo como contrapartida real.



Portugal é um País de ambição menor que constantemente é empurrado para a “miséria”, porque nunca teve, nem infelizmente hoje tem “alguém com miolos” que faça o favor de indicar o caminho do sucesso, embora se note aqui e acolá alguns lampejos de iniciativa que podem um dia resultar, dando a possibilidade aos portugueses de se auto determinarem no vigésimo primeiro século e que velozmente caminha para mudanças radicais nos procedimentos que as velhas “cartilhas” esquematizavam de forma simples – respeitar a velhice, rezar o terço todos os dias, um mais um são dois e dois vezes um reclama o mesmo resultado…

Os portugueses que fazem parte dum lote humano que tem a origem nos países chamados latinos e que nos seus países de origem são considerados, preguiçosos, profissionalmente pouco classificados, com uma educação escolar perto do insustentável, adaptáveis, voluntaristas, submissos e com um molho de outros classificativos menos abonatórios que os tornam num alvo fácil para darem “o salto”, são um caso para tentar compreender as razões do “patronato” e de outros, que constantemente confirmam que a produtividade dos trabalhadores é das mais baixas da Europa e essa será a principal razão do atraso de Portugal no mundo. Os latinos que fugiram à miséria e demandaram terras dos “states” em alturas de recessão crónica e onde não tinham lugar, são um povo que nunca obteve reconhecimento nos países onde nasceram mas são um caso de extremo sucesso na Califórnia onde fundaram a sua nova consciência. Os Latinos que neste momento representam 37% dos 38 milhões de residentes da população e que a confirmarem-se as estatística, serão no ano 2050, 50% do extracto social que se fosse um País independente teria lugar no G10, são cidadãos de pleno direito e onde o reconhecimento das autoridades não é uma palavra de ocasião -- com esta curiosa estatistica, desmentem a mentira de serem "apontados" permanentemente pelos mesmos de sempre como sendo o "problema" dum sistema onde quem "manda" em vez de cimentar a herança a destroi com a ironia da estupidez cravada no rosto -- se os trabalhadores portugueses funcionam como mais valia na Califórnia e por quase todo o mundo, o "chefe dos patrões" bem pode mudar de discurso porque ninguém lhe dá "troco" e entendem bem o que ele esconde.

A Califórnia que ainda é um estado de sucesso no panorama Americano possui em carteira uma estratégia mundial de liderança que basicamente se cimenta, na Solar Power (energia solar), na High Tech (alta tecnologia), nos Green Vehicles (veículos de energia limpa) e Biothec (biotecnologia) o que lhe garante no futuro uma interpretação de como viveremos no século 21 e para isso conta com este povo maravilhoso que teve a origem comum numa língua que os une e onde Portugal como não podia deixar de ser é parte de pleno direito -- Portugal tremulamente caminha na cópia do que vê, mas infelizmente está "empapado" de burocratas que empatam sempre em vez de desempatar e deixar avançar quem sabe do ofício.

O “patronato”, os políticos, as universidades e evidentemente todos os corporativistas elitistas, bem podem reflectir neste exemplo e duma vez por todas devem “dizer como se faz” e não apontar o dedo aos trabalhadores portugueses, que sem dúvida nenhuma são dos melhores do mundo e não merecem um tratamento tão maldoso e mesquinho como é aquele que manhosamente se pratica nos arrabaldes -- o erro e a falha reside em quem "executa e decide" e não em quem foi selecionado para cumprir ordens -- quando Portugal perceber isto, seremos um País de sucesso e concerteza um concorrente da Califórnia.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

A "opinião" ainda é um baluarte da democracia



Saramago, traquinas e com a ingenuidade estampada na cara, afirma que os “textos bíblicos precisam dum tradutor para serem percebidos e que a Igreja nada sabe sobre Deus” – Saramago que convictamente escreve preto no branco, jurando não creditar na “Fé” que não cultivou e que o “empapou” enquanto jovem, acaba no entanto por descrever Deus como se o conhecesse e sem mais aplica-Lhe epítetos genéricos, demarcando-Lhe terrenos menos lisonjeiros e que O caracterizam definitivamente no campo da negação e do embuste religioso.

Talvez Saramago tenha sido apanhado no “fervor” dos tempos e não tenha compreendido os sinais misteriosos e talvez a Igreja não saiba realmente nada sobre Deus, mas os milhares de cidadãos anónimos que percorrem em peregrinação infatigável os caminhos de Fátima, duma forma peregrina e convicta, talvez possam ajudar na dificuldade de compreender o que não é percebido à luz da racionalidade -- o corropio humano que "escorre"de todos os lados do País e que incansavelmente "empapa" de mistério a "razão" de tanta preseverança, talvez seja uma incógnita numa equação que no final das contas, realça no mínimo o desejo de se fazer uma reflxão com perguntas que evidentemente não terão a resposta que Saramago ingenuamente não faz, porque parte do princípio pleno e absoluto que a razão está inequivocamente do seu lado.

A humanidade move-se por terrenos, que à luz da razão parecerão retrógrados e poderão dificultar entender que uns “terão à mercê o reino dos céus, enquanto outros terão à mercê o reino dos infernos” – sabendo o que se sabe dos avanços inimagináveis que a ciência imprime à compreensão do Universo e do quotidiano, talvez seja possível num futuro próximo, que nos seja possível alcançar o “milagre” de executar com perícia um salto à vara de 7 m – sabemos que a perseverança é um dos caminhos para alcançar sucesso, o que à primeira vista poderá deixar abrir no futuro próximo uma janela que apesar de indetectável com o conhecimento actual, poderá permitir que um relâmpago de luz faça expor o inconsciente à luz do dia, deixando perceber com facilidade os segredos que ainda “comandam a vida” nos meandros cerebrais e que teimam em permanecer secretos nos desígnios de quem construiu a maravilha que todos os dias se compraz em “renascer” para gáudio de quem teve a felicidade de ter “nascido"

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Açores, uma das pérolas do Atlântico, que cruzam civilizações, ávidas de dar ao mundo " novos mundos"






















Portugal é um País extraordinariamente belo, onde a paisagem se mescla com a vontade indómita de quem com simplicidade inteligente desbravou muito mundo -- nada de mais genuino do que estabelecer uma simbiose, entre uma paisagem agreste, modelada pela natureza e o "colono" que de forma impensada violou, alterando de forma defenitiva o equilibrio ancestral que dava futuro à natureza.

Sócrates é um operário especializado, que "tritura" com gosto, quem o afronta na "fome" de poder


Sócrates, uma figura que coloca “engenheiros de minas” no campo de "batalha”, engendrou um “sistema” que ameaça pulverizar o actual espectro político.

Com a maioria absoluta e a não terem existido crises, a interna que existe desde o 25 de Abril mais o “estoiro” externo da crise “made in USA”, mais o imbróglio que autodestrói o tecido politico que Sá Carneiro construiu e Sócrates teria alcançado com êxito o primeiro objectivo – "apagar" o PPD/PSD do mapa, visto que o soco ao queixo atirou para o tapete os pequenos pensadores do PPD, que desorientados, aparvalhados e totalmente “noqueados” ficaram paralisados pelo terror de enfrentar alguém que prometia tudo do que se falava – o "partido oportunista", como o “animal político” Soares gosta de chamar ao PPD, esteve perto de rebentar como uma bomba de pregos, originando o clímax que alguns “socialistas” anseiam e esperam que aconteça antes de “irem desta para melhor” – as eleições europeias ofereceram uma pausa para respirar, as legislativas abrandaram o dínamo que produzia faíscas e as autárquicas aguentaram com as pernas a tremer, mas mantiveram a cabeça acima do solo, o que é uma demonstração de força popular inquestionável, quando é reconhecido que o primeiro "rastilho" que Sócrates arremessou esteve muito perto de ter um sucesso fatal.

Falhada a primeira tentativa, Sócrates e perante o “ buraco” que deixou abrir à esquerda, mas permitindo-lhe trabalhar ao que ele chama a direita, lançou outro "simpático" rastilho, este com muita argúcia e ao qual ninguém deixará de lhe tirar o chapéu. O poeta Manuel Alegre que tinha falhado a presidência, apresentou-se no mandato na AR como um cidadão azedo, consternado, envergonhado com o Código do Trabalho e outros e mostrava-se angustiado porque ninguém lhe reconhecia o mérito que ele pensa que tem e Mário Soares, quando o viu a fazer-lhe concorrência, só por uma razão desconhecida, não lhe aplicou o tratamento que aplicou a Salgado Zenha ... sabe-se lá por quê – Sócrates um figurão espertíssimo e porque joga no xadrez com muitas jogadas de antecedência, colocou o poeta dentro do seu raio de acção, devagar, devagarinho anestesiando-o a pouco e pouco com a oferta de apoio para a presidência que está à porta – Alegre que não quer morrer sendo um simples poeta e um simples deputado da Nação, abriu os ouvidos, arregalou os olhos, prontificando-se de pronto a apoiar o camarada Primeiro Ministro, abrindo-lhe o caminho do “voto útil”, deixando os coitados do Loução e do Jerónimo a falarem para meia dúzia de "gatos pingados" e resistentes da primeira hora – Sócrates perdeu as Europeias, não caiu nas legislativas, subiu nas autárquicas e António Costa afivelou maioria absoluta para a Câmara de Lisboa o que diga-se em abono da verdade “ é uma verdadeira jogada de campeão”, a merecer palmas de pé.

O terceiro "rastilho" e logo que atingido o segundo objectivo, já que o primeiro falhou irremediavelmente, vai ser “armado com detonador retardado” para tentar retirar de cena Cavaco. Com governo minoritario só resta a Sócrates crucificar a oposição, por falta de apoio e ideias e atingir novas eleições o mais rapidamente possivel -- Mário Soares, o "chefe dos chefes" que objectivamente tem influência pesicologica s/ as decisões, que se coloca estratégicamente à esquerda de Sócrates e que convictamente afirma sêr o actual PM um formando bem comportado, conclui com a sua reconhecida soberba monárquica, que Manuela é incompetente e que Anibal Cavaco é um politico menor, ignorante, que não sabe falar e que não tem amigos na “société européen” – obviamente o detonador será o Manuel Alegre que quando o gatilho for accionado, disparará simultaneamente uma daquelas minas que ou destroça as pernas, desmembra aos braços, arranca os olhos ou "mata mesmo", fazendo reabrir novo capitulo para a presidenciais que se avizinham -- Manuel Alegre e de acordo com os requesitos que o "chefão mor" exige, não terá perfil para presidente e como alguém já disse, tem o destino traçado e será óbviamente trocidado pela máquina socialista, que cada vez mais se apresenta num nível profissional que nunca antes tinha sido atingido -- Sócrates está neste momento a fazer o papel de " bobo" da corte e a executar o que os "falcões" lhe ordenam que faça e como bom formando que é não falha um único ponto.

O PPD/PSD, que não tem neste momento “crânios políticos”, nem máquina nem núcleo duro disponíveis, para enfrentar Sócrates e seus “muchachos”, ou descobre rapidamente alguém que domine os “jagunços” que proliferam como ratazanas no patamar superior do PPD, desratizando o sistema, ou então as bases e face à incapacidade histórica evidente, exigem “uma assembleia geral” onde irão indigitar sem tibiezas alguém (um bem perto) que faça o favor de reposicionar o espectro politico, refreando de vez o "bulldozer" que controla electrónicamente Sócrates e que em campo aberto “não é só um animal feroz, é também um "robot" poderoso”, que esmigalha sem rebuço de consciência, o que lhe aparecer pela frente.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Os Portugueses perdem a esperança e vacilam perante um futuro incerto e perigoso


Sócrates no auge da quadra, espirra testerona pelos poros, aprisionando as fêmeas que não resistem à sua extraordinária vitalidade física e de maneira fácil subjuga-as ao harém, proclamando aos quatro ventos a esquerda fantasma, a liberdade a democracia e os benefícios duma sociedade mais produtiva, justa e equitativa – os tempos voltaram a ser “olho por olho, dente por dente” e Sócrates na pujança da sua fenomenal e aparente inexplicável resistência, passeia-se na arena, capeando quem quer que surja, mesmo que à espreita, estejam “resistentes políticos”que por desactualização da cartilha, olham pasmados para o que Sócrates em tão pouco tempo percebeu com clarividência messiânica – o que está para trás é retórica cinzenta e para esquecer, o que o futuro diz é que procurar o rasto da falência resolve o problema da dívida, o resto resolve-se com moratórias e com a necessidade que a Europa de Bruxelas tem de arrebanhar as nações, que antes conviviam isoladas e com fronteiras artificiais – o "nacionalismo" que ainda resiste acaba por se “beber” a si próprio e Portugal como muitos outros “imperturbáveis” passará a ser uma sapataria, uma retrosaria, um talho ou uma drogaria que vende galhardamente a velharia que prolifera a turistas curiosos de perceber como é que o subdesenvolvimento ainda perdura na periferia da União Europeia – a teoria é perigosamente simples, “enquanto o pau vai e bem, folgam as costas” e depois, alguém que feche a porta...porque daqui ninguém nos tira.

Sócrates que é versatil q.b., excessivo na pantomina e um troca tintas profissional, para se transformar num músico de orquestra, no actual contexto politico, não pode parar a meio da pauta, para que alguém lhe estenda uma cábula, indicando-lhe a solução para as deficiências e erros que estão a descoberto na fragilidade com que não respondeu ao rol de insuficiências, não entendendo sequer a harmonia melódica na partitura onde esteve inserido mais de quatro anos a soprar num trombone que descaradamente abafava o desastre em que o País está mergulhado - ontem eram beneficios em catadupa e uma crise que estava em franca recuperação, hoje de semblante carregado dispara já para o momento aflitivo que o País atravessa e do qual não sairá se os "outros" se transformarem " em forças de bloqueio" -- então, onde estão as ideias milagrosas que apregoava e que com ruido ensurcedor exigiu aos outros?

As Legislativas do dia 27-09-2009 darão relevo às ineficiências e demonstrarão no futuro próximo “dicas” que ajudarão a entender quanto “vale” realmente Sócrates como membro de orquestra – ou transporta o arco-íris das ideias que disse aos quatro ventos que tinha, entra no ritmo afinado, quebra a ordem instituída por rebeldia irresponsável, ou discute com o maestro, provocando a cisão para fundar outra orquestra, que como todos sabemos não terá meios para arrancar – todos esperamos que as ideias que insistentemente reclamou, não lhe faltem agora e que a cabeça que se reclama de dinâmica imparável, não lhe sirva no actual contexto sequer para arrancar “impostos” a quem já tem as unhas encravadas por falta de SNS.

Sócrates “bóia” com facilidade as correntes cruzadas e controla com relativo à vontade as dificuldades de correligionários de “peso e sem peso”, aparentando possuir na manga “ilusões” que mesmo quando desmascaradas, têm o condão de baralhar e confundir a opinião pública que o começa inexplicavelmente a encaixilhar como um Sebastião providencial, tornando o seu exercício politico num manifesto messiânico, que pode renascer mais uma vez do desastre de Alcácer-Quibir, deixando a Coroa sem sucessores e que, como todos sabemos os Habsburgos sempre na sombra da esperança de aproveitarem com deleite o interregno de longos anos, não se importarão de esperar com paciência o desenrolar dos acontecimentos que prometem noticia.

Manuela Ferreira Leite, uma dama, que não compreendeu e parece ainda não compreender que a “verdade” já não faz parte do léxico, foi sugada para um turbilhão artificial mortífero e ao qual não poderia resistir – Manuela, cansada pela idade que não perdoa, é uma ingénua que teve o mérito de tentar afrontar uma “tourada” com os cornos ao vivo, quando pensava ir esgrimir uma “campanha eleitoral” com parâmetros democráticos – a democracia conforme foi idealizada no 25 de Abril, já não existe, a liberdade, foi substituída pela fúria de alcançar o poder a qualquer “custo” e a indecência há muito ultrapassou a decência e o “fair play” – com estes ingredientes mortais o “caçador” e aficionados, desancaram sem dó nem piedade, desfazendo o adversário e atirando os bocados ao rio exactamente na curva onde pensam ter a “esquerda” escondida.



Cavaco uma personalidade experiente e ainda a estagiar na Universidade da competência, mas fragilizado pelos meios que não pensava serem colocados na luta entre orgãos de soberania, está enredado, confuso e um tanto desnorteado nos conflitos institucionais que estão em jogo, esperando-se que os acessores saibam aconselhar a melhor maneira de sair do atoleiro -- Cavaco Silva jamais poderá esperar que o governo socialista o respeito e muito menos esteja interessado na colaboração institucional que se esperaria, porque o que está em causa, é uma luta fraticida para conseguir colocar no poder outro presidente correligionário de factos e ideias.

O PPD/PSD que tem raizes populares é no entanto um partido sem raiz ideológica que se veja e os ingredientes para se transformar em estação arqueológica estão activados e se não aparecer um dirigente consistente no curto prazo, poderá ser este o inicio do esboroar que Sá Carneiro certamente não tinha previsto.

Sócrates que tem o caminho armadilhado com o buraco à esquerda que se vê e no qual ele é o principal obreiro, ou está à frente no tempo e sabe do que fala quando assume directivas para resolver os problemas do País, ou se tudo for um bluff irresponsável, procurando na fuga para a frente, uma oportunidade para ficar na história como muitos dos seu “pesos pesados” que deliram com as histórias que “sozinhos” no autismo empreenderam, pode fazer uma diferença insustentável na maioridade económica que atabalhoadamente se procura – se assim for, o impulso ir-lhe-á sair caro, porque os “seus mais dedicados e leais” serão os primeiros a desfazê-lo em pedacitos e a enterrá-lo em local desconhecido, não vá o “demo tecê-las”, modelando um novo santo, descolorindo “os feitos”, não dos que engrandeceram a nacionalidade, possibilitando-lhe a existência, já que esses são imortais, mas daqueles que se refastelaram e ainda refastelam com o pós revolução e com os resultados que estão à vista – estes resultados são infelizmente um atestado de quem fomentou e depois se entreteve com incompetência, a executar “castelos” que qualquer criança faria muito melhor.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

O sofá é de couro e os camarotes debitam ouro "mate"



A “elite portuguesa” enveredou por carreiros sinistros que antes nunca tinham sido percorridos e parece até, congratular-se com o facto de terem tido sucesso num “reino de cegos”…

Os Portugueses, que não podem viver fora do “povo” e são obrigados a “vergar a verga” todos os dias para sobreviver, apercebem-se dum facto que pode alterar no futuro a “procuração com plenos poderes” que oferecem de mão beijada aos "vendedores" e aos que orbitam na mesma órbita, para (se) comandarem em seu nome – os carreiros sinistros que alguns, muitos, percorrem para se instalarem, estão a demonstrar com rigor que o “povo” é sistematicamente subalternizado, humilhado e utilizado como carne moída para alimentar mentes, que colocam sempre em primeiro lugar interesses, que podem como um elástico maleável, balouçar confortavelmente ao sabor de “ambições” que se movimentam em torno dos corredores de quem construiu, emendou, rasurou, revogou e tem sempre o privilégio do último movimento, para encerrar ou abrir a boca de cena.
As elites e que confortadas no seu sofá de couro, parecem nada ter a ver com a ondulação concêntrica e que inferniza todos os dias a vida quotidiana dos Portugueses, dão mostras duma cristalização monstruosa e quais “Neros” com o louro enrolado na cabeça e o polegar espetado para baixo, perscrutam com distância razoável as massas indefesas, que perdidas, caminham trôpegas com os filhos ao colo e com olhares que “falam” inquirindo sem falar, a razão de tal miserável indiferença.

As mentes delirantes e “a silly season” coexistem em todos os recantos e propagam-se com uma delirante rapidez camufladas em sinais secretos, em risos hipócritas e palavreado fanhoso, atacando mortalmente o sistema criado para e de seguida ser novamente erguido com o suor do “povo” que como o soldado desconhecido deveria ter uma estátua do tamanho da Torre Eiffel.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Usain Bolt, pulverizou a hegemonia americana na incorporação de massa muscular







Bolt, um Jamaicano com reflexos extraordinários, passou num passe de mágica a ser" o mais rápido à face da terra" passando o recorde do mundo dos 100 m, para uns fantásticos 9,69, o que coloca esta pequena Ilha das Caraíbas, castigada com a escravatura, colonizada por Ingleses e Espanhóis, que vive da exploração de minerais, do açucar e do turismo, num patamar que capta atenções especiais, na forma como pessoas aparentemente normalíssimas conseguem vencer de forma concludente, outros com mais meios, mais tecnologia e mais investigação -- vencer a qualquer custo, utilizando meios artificiais, bem o pode comprovar Carlos Lopes, quando perdeu para um "atleta" desconhecido e que à custa de transfusões sanguíneas, que não temos maneira de explicar, ludibriou a generosidade e o trabalho árduo que colocou CL no topo do mundo no que diz respeito à maratona e aos 10.000m.

Bolt, gosta de brincar, ri, gosta de beber um copo, gosta de dançar, cresceu numa vilória sem água potável e possui ao nivel físico uma máquina física oleada e sem falhas, o que pode ajudar quem se sente incapaz em quase tudo -- o slogan Obama, "yes we can", tem aqui um cabimento perfeito, porque de facto quando alguém está convencido de que quer vencer, vence mesmo e nada o pode parar, mesmo que no caminho existam meios artificiais para enganar o que realmente valemos...

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

A raiz alentejana definha "a olhos vistos"






Grândola, Vila Morê.ê.na, é hoje uma amostra destemperada do que teria sido o "celeiro alentejano", impulsionado por trabalho árduo e conflituoso, ao tempo do 25 de Abril de 1974...



O Alto Alentejo, que irrigou de suor a ceara imensa durante gordos anos, derrama hoje lágrimas de saudade, no oliveiral manso que brota a céu aberto, sem charrua, sem focinha, sem debulhadora, sem capataz, sem latifundiário e sem alentejanos, que cantavam a falar para as gentes com transmutação eléctrica…

Quem percorre a auto-estrada nr 2 ou por saudade transita no IC 1 que liga o Algarve ao Norte e vice-versa, tentando encontrar “paisagem ou alentejanos genuínos”, fica desalentado com as mudanças, que a revolução sancionou e os “autarcas” perpetraram de consciência tranquila – o que era velho, deitaram abaixo, os sabores perderam-se na intriga com a mistura de que tudo vale e os costumes, por “antigos” tomaram outras formas com cintos arreados, saltos de partir costas e cuecas a saltar duma saia preguiçosamente engelhada e onde pontua com descaramento um elástico desfiado e foleiro – o sotaque quase desapareceu, a cavaqueira apagou-se e os ventos que sopram apesar de tudo ainda quentes, deixam uma réstia de esperança soturna, que pode descaracterizar e modificar uma região, que como a do Porto, deveriam ser consideradas por direito próprio, “ Património da Humanidade”.

O dr. Cunhal, verdadeira origem da rebelião popular e que deambulou por estes lados com objectivos defenidos, e onde Zeca Afonso com criatividade ímpar, desenterrou o hino da fraternidade após a “revolução”, dourando a liberdade, nada puderam fazer para estancar uma estafada sina de igualdade social ,que “mata a raíz ao pensamento”, manchando com matizes importadas a identidade das regiões com vitalidade natural – infelizmente e colocando em primeiro lugar uma ansiedade genética, “os ventos de mudança”, empurraram com estúpida oportunidade os alentejanos para outros saberes, outras linguagens e outras roupagens que por desajustadas na essência, fizeram florescer o carnaval do travestido, que faz rir, mas envergonha, quem se “sente”…

A dourada planicie alentejana, definha a "olhos vistos"


Grândola, Vila Morê.ê.ê.na, é hoje uma amostra destemperada do que teria sido o “celeiro alentejano”, impulsionado por trabalho árduo e conflituoso, ao tempo do 25 de Abril de 1974…

O Alto Alentejo, que irrigou de suor a ceara imensa, derrama hoje lágrimas de saudade, no oliveiral manso que brota a céu aberto, sem, charrua, sem focinha, sem debulhadora, sem capataz, sem latifundiário e sem alentejanos, que cantavam a falar para as gentes com transmutação eléctrica…

Quem percorre a auto-estrada nr 2 ou por saudade transita no IC1 que liga o Algarve ao Norte, tentando encontrar “paisagem ou alentejanos genuínos”, fica desalentado com as mudanças, que a revolução sancionou e os “autarcas” perpetraram de consciência tranquila – o que era velho, deitaram abaixo, os sabores perderam-se na intriga com a mistura de que tudo vale e os costumes, por “antigos” tomaram outras formas com cintos arreados, saltos de partir costas e cuecas a saltar duma saia preguiçosamente engelhada e onde pontua com descaramento um elástico desfiado e foleiro – o sotaque quase desapareceu, a cavaqueira apagou-se e os ventos que sopram apesar de tudo ainda quentes, deixam uma réstia de esperança soturna, que pode descaracterizar e modificar uma região, que como a do Porto, deveriam ser consideradas por direito próprio em “ Património da Humanidade”.

Cunhal que deambulou por estes lados com objectivos políticos, e onde Zeca Afonso com criatividade impar, desenterrou o hino da fraternidade após a “revolução”, dourando a liberdade, nada puderam fazer para estancar uma sina de igualdade social que “mata a raíz ao pensamento”, fazendo enegrecer a identidade das regiões com vitalidade natural – infelizmente e colocando em primeiro lugar uma ansiedade genética, “os ventos de mudança”, empurraram com estúpida oportunidade os povos para outros saberes, outras linguagens e outras roupagens que por desajustadas na essência, fazem nascer o carnaval do travestido, que faz rir, mas envergonha quem se “sente”…

terça-feira, 25 de agosto de 2009

A semente que Paul Harris plantou, mantem-se saudável

O Presidente do Rotary International, DONG KURN, através dos Clubes Rotarios espalhados pelo mundo, lidera um movimento internacional, que visa fomentar projectos, por forma a tornar possivel que uma criança passe a ter água para beber, alguém aprenda a ler ou uma familia possa obter um rendimento a partir dum pequeno negócio com recurso ao micro-crédito -- isto, para além de muitas outras actividades e acções, que podem no terreno e quando sustentadas financeiramente, minorar o sofrimento de quem, por um acaso da sorte, vive em condições de tal desumanidade que envergonha a sociedade actual que desperdiça em planos bélicos para não falar de outros, milhões e milhões de euros que são consumidos sem retorno útil, à velocidade dum simples clicar de dedo sobre um gatilho.
O RCI é um pequeno Clube que se esforça por ajudar o RI e por vezes e não esquecendo o meio social que o envolve, junta-se em profícua confraternização para consolidar vontades e fazer se possivel nascer um qualquer projecto que quando viabilizado, possa garantir mais uma contribuição, que no mar imenso que envolve o mundo, diminua um pouco as desigualdades que já iniciaram o processo de se tornarem insuportáveis.
video

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

As Ilhas Açoreanas, merecem um olhar especial dos "Portugueses"


Músculos tecidos de cabos de amarra, esquecidos e adulterados em discursos oportunistas e de pura conveniência pessoal

Portugal uns séculos atrás, quando acordava de madrugada para trabalhar, produzia durante a noite do sono em socalco uma azia que não deixava de o atormentar e que o fazia beber cachaça logo pela manhã para “matar o bicho” – o suco gástrico quando embatia com o álcool de octana elevada potenciava um produto estomacal de tal envergadura enzimática, que derretia o toucinho de porco salgado, como se se tratasse dum copinho de leite morno e dumas torradinhas com manteiga – era deste alicerce que não dava tempo para prorrogações de vidas sem sentido, que os nossos predecessores quando atirados para a “vida”se construíam e partiam para o que desse e viesse – era nesta fase que aprendiam os “truques” para vencer a natureza criada no mesmo formato e que, em cada volta prometia destruir o que quer que viesse pela frente – quando a derrota acontecia, um saco amarrado na cabeça e nos pés davam o descanso que o mar sabe dar, quando estão em presença adversários dum calibre equiparado.

O “velho Arrais” que tem um busto “pregado na ria” na Costa Nova do Prado, “que se pudesse engolia o mar como quem bebe cachaça”, é um exemplo de entre milhões de anónimos esqueletos desconhecidos, que vagueiam sem descanso em muitos discursos vazios de sentido ético.

Quando uns séculos atrás, uns quantos heróis, que não tinham permissão para rebeliões no estatuto do “quem manda”, fabricados com o “barro” que lhe entrançava os músculos como cabos de amarra, avançaram mar dentro, empurrados pelo vento, pela experiência e pela sorte e descobriram e colonizaram as ilhas, bem podem do alto da sua cátedra, gritar ao vento que hoje, não existe curriculum à altura, para fanfarronadas dalguma gentalha sem vergonha, que sem rebuço de consciência, desafiam os portugueses no mais intimo da sua glória, que foi oferecer de mão beijada, “novos mundos ao mundo” e com infelicidade acrescida a quem não o merece.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Os PR´S da quartas em grande forma

videoA "antecipação" dos acontecimentos, para vencer estratégias, é uma componente da inteligência, que infelizmente campeia hoje em cérebros pobres e não realiza a "visão", que quando bem feita, abre o futuro para prespectivas de sucesso -- o grande Afonso de Albuquerque, um português de "visão extraordinária" e que deveria ser estudado no exemplo -- visava "impor o imperialismo português em todo o Oceano Indico" e para além disso, tinha ainda ideias revolucionárias sobre o modo como dominar os "povos" na sua area de jurisdição -- hoje alguns portugueses "jogam à macaca"... e chateiam-se, se perdem...

O pequeno introito para o video de fraca qualidade(telemovel) que se pode visionar acima, tem pouco ou nada a vêr com a ambição desmedida de Albuquerque, mas revela um facto que não se perdeu -- aos 78, os portugueses de hoje, ainda transmitem alegria e boa disposição e sempre que podem colocam de lado o jogo da escravidão do "contar pedras" e ser um exemplo abrangente, para dominar o "cinzentismo" que muitos cultivam de forma denodada e ganaciosa.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Ao "diabo" não é decretada "prisão domiciliaria", com pulseira electrónica





Crise, … mas que crise, se o “diabo“ se passeia disfarçado com a barriga cheia, livre e sem pulseira electrónica.

A crise internacional, acirrou a crise nacional e com o desaforo instalado, executou-se um plano de “limpeza”, que com alguma repetição sequencial, alcança com denodo descarado “os mesmos de sempre”, deixando intactas todas as mordomias que o topo da pirâmide desavergonhadamente e corporativamente, defende sempre com “unhas e dentes” – Portugal, sendo um País insignificante, possui no ventre um monstro que se reproduz compulsivamente e que expulsa a todos os segundos, “milhões de vermes” disformes, construindo com requintes de malvadez um monstro avassalador de compleição física disforme, desconhecido e que devora o que lhe aparece pela frente, ameaçando abocanhar e transformar em quimo, tudo o que ainda resiste.
A história escrita e desde que existe, relata a força extraordinária que os “gentios” ao longo dos séculos exerceram na “terra”, moldando, construindo, reconstruindo, inventando e progredindo dia a dia, vivendo e morrendo anónimos para que o planeta onde tiveram a sorte de nascer se tornasse para os vindouros no “paraíso” que hoje conhecemos – se nos dias de hoje o “fogo” tivesse de ser diariamente trabalhado para a chama poder fluir e ferver os alimentos, estaríamos na fase da verdadeira camaradagem entre humanos, apesar de ser conhecido que a “guerra” seria o aríete que limitaria os “poderes” instituídos e que naturalmente seriam conflituosos e antagónicos, como o é a própria existência do “bem e do mal” que por mais que se faça não é possível extirpar – nos dias de hoje os “corporativismos” intelectualizados limam as superfícies de tal forma que não existem diferenças, tornando impossível a quem está no patamar inferior, reivindicar ou fazer “guerra” e virar do avesso o que quer que seja.

A policia, não protege os cidadãos, os tribunais são locais que o cidadão comum teme e onde se sente pouco à vontade, porque nota, que quem os dirige, se move por elevadores e corredores de segurança, os hospitais, são locais secretos, lúgubres e taciturnos, onde a morte se confunde com a vida, as escolas, são locais dirigidos por gente distante, os locais de trabalho, são muitas vezes um inferno onde se está, porque existe uma responsabilidade para sobreviver – ironicamente e aparentemente todos estes equipamentos, foram construídas em nome do “povo” que ciclicamente vota em pessoas que deveriam ser, não mandantes sem peias, mas responsáveis por metas com limites ético-profissionais – os políticos, como todos os outros, são uma gente que se reclama sempre, melhor e mais apetrechada que os anteriores e essa classe que foi empurrada para nascer “hoje”, teria sido empalada na frente da aldeia, para prevenir desvarios futuros, se tivesse nascido uns “segundos” antes.

O fogo, a roda a tecnologia e o bem-estar, são bens de todos e no futuro, ou se entende o “sinal” que está à frente dos olhos, ou seremos apanhados na emboscada do “diabo” que por muito que nos custe admitir, anda por aí, disfarçado, à solta e sem controle.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Espanha e Portugal são os pilares indiscutiveis da fortaleza Ibéria


“de nuestros hermanos” nem bons ventos, nem bons casamentos…!!!

Espanha tem negociadores, diplomatas e marketing de excelência, que nunca perdem de vista o “pedaço” que D. Afonso Henriques e por ventura outros bravos, desanexaram da Península Ibérica, infligindo um ferida que ainda hoje não está sarada, embora a infecção esteja definitivamente debelada.

As guerras com Castela, exigindo nova demarcação de fronteiras, demonstraram uma vontade férrea de não acatar vassalagens e um querer inabalável de prosseguir destinos independentes, que dessem continuidade a vontades indómitas e que nunca dobravam no que quer que fosse, ajudando ao longo dos séculos a solidificar as fronteiras dum dos mais velhos estados da velha Europa – Portugal.

CR7 e outros excelentes portugueses, que estiveram sempre “em carteira” e na mira duma aproximação, bem como uma diplomacia sempre negociada e nunca imposta e uma certa maneira “aveludada” de não achincalhar nunca os portugueses, demonstram à evidência que de Espanha podem vir outros ventos e outros casamentos, que ajudem a solidificar a Península, sem se perderem nunca as características próprias de povo, livre, independente e com “peneiras” de progredir nas tecnologias de ponta, consolidando num futuro qualquer, uma emancipação real, que definitivamente resolverá a problemática das “balanças” que se mantêm com défices absurdos e a precisar urgentemente de rectificação.

Aljubarrota tão apregoada, não cabe nos actuais objectivos criados para a Europa e os espanhóis que não desprezam fazer um “negócio” com Portugal no que quer que seja e de que tipo for, devem ser encarados não como inimigos, mas como “compagnons de route”, que se compreendem e desejam amparar, num mundo onde os solitários nacionalistas, remoerão com azedume e crispação, um osso que os esganará, conduzindo-os certamente a um desaparecimento agónico – a centelha portuguesa que anda algures “ perdida em combate” e arredada de fulgores que despertaram no passado “novos mundos”, deverá novamente ser desenterrada dos sótãos fedorentos, florir nas escolas e o pólen mágico, convertido agora em CR9, voltará a voar empurrado pelo vento norte, alcançando com facilidade o mar que nos bate nas costas e nos promete ajudar no que precisarmos.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Campeão é o testemunho de acção, para quem fundou o Iliabum Clube




O Iliabum ainda é a alma de muitos Ilhavenses e isso é uma homenagem ímpar a quem, num dia de grande inspiração o fundou, soldando-o definitivamente à memória histórica de todos os que por lá passaram.

Viva o Iliabum e a direcção que todos os dias interpreta com inteligência e vivacidade as necessidades da juventude, indicando-lhe um caminho correcto, seguro e que produz sementes de qualidade superior – ser campeão para o Iliabum, é o alvo que deseja “prender” os miúdos que andam por aí às dezenas, apontando com determinação uma saída e uma entrada na sociedade que anseia por possuir cidadãos com formação desportiva, com moral, com intelecto equilibrado e onde o apuramento ético, determinará com facilidade o norte magnético, onde deverá estar enterrado o caminho tortuoso de “todas as emancipações”.

O Iliabum e sem margem para dúvida, é o clube que soube interpretar com precisão os anseios da juventude Ilhavense, oferecendo-lhe a possibilidade de terem acesso a meios desportivos, lazer e formação, que em alturas de “verdadeira crise”, foram o oásis onde todos se refugiaram – praticando desporto, jogando bilhar, jogando cartas, lendo na biblioteca Mário Sacramento ou semeando dotes de “machos latinos” nos bailes eternos, que se bamboleiam ainda nos meandros duma imaginação que teima em se manter acesa, o Iliabum Clube foi e será uma recordação que nunca mais se esquece.

A quem nunca passou pelos corredores do velho Iliabum, onde poucos fizeram muito, esforçando-se por manter acesa uma cadeia de solidariedade, não saberão nunca que o Iliabum nasceu na crise da 2ª guerra mundial e foi a segunda casa de muitos cidadãos deste concelho, que por vezes parecem andar alheados do testemunho de velhos fundadores, que continuam vivos e atentos no testemunho que legaram para sempre – respeitar esse testemunho é um dever e dar-lhe continuidade temporal é um sinal de reconhecimento, de que os mais “velhos” sabiam com precisão os caminhos que deveriam ser oferecidos aos jovens.

terça-feira, 9 de junho de 2009

As estratégias politicas não podem ser encabeçadas ao acaso




O plano que virou o feitiço contra o feiticeiro…

O plano era venenoso e desejava colmatar, liquidando aquilo que alguns socialistas consideraram um oportunismo – Sá Carneiro um especialista e um visionário competente, considerou que o PPD que criou, se passaria a chamar PPD/PSD e mais tarde só PS...D inserido na família do Partido Popular Europeu, confundindo deliberadamente e sem subterfúgios o símbolo do PS, que como se sabe pertence à família socialista em Bruxelas.

O PSD com esta reviravolta politica incendiou os velhos socialistas que ambicionavam serem exclusivos no contexto europeu e viram o “miúdo” PSD bater-se naturalmente no plano politico de igual para igual, passando inclusive a ganhar eleições – o sucesso do PSD foi tão fulminante que encheu de raiva e frustração as hostes socialistas que se agarraram ao processo de “ já que não podes vencê-los, junta-te a eles” – e o lema foi tão levado a sério que Sá Carneiro passou a fazer parte do discurso socialista, considerando-o sem nenhuma vergonha um dos deles – depois e ao longo dos tempos e nunca esquecendo a afronta, tentaram riscar do mapa o PSD, avançando com coragem para o afrontamento politico, realizando tudo o que o PSD politicamente preconizava – depois e para encorpar o plano conseguiram que as sondagens eliminassem do espectro do poder o PSD e com isso tentaram confundir os eleitores dizendo-lhes com acções maciças de campanhas permanentes e orquestradas por profissionais contratados sabe-se lá onde, que o PSD não existia e o PS...D eram eles, os socialistas da mãozinha na bandeira – para reforçar o plano delineado, colaram-se a Durão Barroso, que antes tinham considerado um cobarde porque tinha fugido, como também sendo um dos deles e por isso o apoiavam incondicionalmente para o segundo mandato como Presidente da Comissão Europeia.

Com o calor maquiavélico do plano sórdido, esqueceram-se dos militantes do PSD que Sá Carneiro enxertou na raiz do povo e que vivem na província e que não admitem mistificações, por mais prepotentes que sejam e perderam com facilidade a maioria absoluta e as eleições para as Europeias – começam agora e face ao descalabro eleitoral a empurrar as culpas para o povo que não sabe o que quer e que por este andar o melhor é ser proibido de votar, porque não percebe o esforço das deslocações para a direita, deixando engordar a esquerda imprevisível de forma exponencial e se calhar irreversível, que no passado recente catalogaram de fascizante… é obra -- O PS incapaz de resistir ao PCP e ao Bloco incendiou o palco e se não se afasta, ainda acaba "grelhado" em lume brando no confronto com o PSD...

quinta-feira, 28 de maio de 2009



“Viver” no jardim Zoológico seria a felicidade eterna…

O retorno às origens seria uma revisão mental salutar e talvez desse excelso lugar se pudesse esquecer o caos instalado, onde os direitos e as obrigações são uma miragem fatídica e onde cada um “per si”, “rouba” mais do que o outro, aos eternos outros.
Numa situação social catastrófica a “vergonha”, coisa sem história dum passado recente, bóia como uma cortiça num mar de podridão intelectual, provocando um delírio colectivo que normalmente termina em bebedeiras de facilidade de como se pode sair da miséria mais extrema, numa escassa contagem do votos – é fácil, é barato dá milhões e nem sequer é preciso “atestado de inteligência” de coisa nenhuma nem “testamento vital”…

Há dias um macaco ingénuo que reside no ZOO, amigo incondicional e que sabia que a visita não era para lhe pedir votos para o digníssimo directório dos macacos, olhou para os amendoins que sabia serem seus e num gesto de camaradagem entre pares, subiu na gaiola até ao topo e com solenidade irracional, foi lançando com ar matreiro e de quem tem a barriga cheia, um amendoim de cada vez ao ar, que com a perícia de caçador experiente, ficava ao alcance da comunidade que fraternalmente o rodeava…

O macaco do ZOO, bem podia ser um cabeça de lista “fixe”, que não colocaria a “eutanásia” no pacote das prioridades, mas garantiria com certeza a distribuição de amendoins com sagacidade solidária, não deixando por princípio selvagem, que ninguém morresse à mingua…

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Inteligência é o quê...?






Muitos reclamam em berraria ensurdecedora que aqueles que desempenham e produzem em qualidade devem estar no “topo da pirâmide” e isso faz deduzir que os mais “inteligentes” seriam o grupo alvo ao qual o “slogan” se dirige – aos mais “inteligentes” e capazes e se isto fosse aplicado na prática exactamente assim, isto é, desde que o trabalho que desenvolvessem na sua actividade trouxesse resultados e a respectiva expansão, teriam salários e prémios de acordo com o desempenho e seriam obviamente os “chefes executivos superiores” com direitos e mordomias que certamente ninguém de bom senso poderia alguma vez contrariar – se a planificação da economia ou do que quer que fosse, se regesse por princípios de competência, idoneidade e princípios éticos elementares, todos estaríamos de acordo e o mundo viveria descansado e à sombra dos “deuses na terra concebidos sem pecado”, que finalmente tudo resolveriam em prol do “bom e amado povo” que viveria feliz para sempre – o problema é que no meio do "mérito" académico que abre "caminhos" aos "mais inteligentes" e bem, será necessário não excluir para lugares do "cão vadio" a experiência, que como todos sabemos é a estrutura social que nos momentos dificeis aparece para suportar os pesos dos desiquilibrios.

Tem de se ter em conta também, que o núcleo do povo de onde provêm as “inteligências”, estão muitas vezes “disfarçadas" de bufos, de especialidades em expedientes vários, de barateiros, de trapaceiros, de papa-açordas, de lorpas, de papa-jantares, de papa-novenas, de pãozinhos sem sal, de falsificadores, de mentirosos, de cínicos, de invejosos, de vaidosos, de pseudo científicos e muitíssimos sem eira nem beira que tudo fazem passar por figurões brasonados, para não falar de muitas outras categorias “profissionais” como os da “Maria nabiça, que tudo o que vêem cobiçam", ou das que vendem gato por lebre, enganando os patetas que compram e vendem sem “testar material”, etc, etc, etc. – isto é, os tais “inteligentes”, que são milhões envolvidos e atarefados nas poucas oportunidades que lhe dão para sobreviver e por força da sua parca marginalidade, entram na base de dados dos “mal amados” e as leis denodadamente executadas para zurzir neste tipo de desordeiros, que em síntese alimentam 24 horas por dia o sistema, estão de tal modo ensarilhados no novelo da ” justiça cega” que raramente chegam ao topo de coisa nenhuma – mas atenção, quando conseguem chegar a qualquer tipo de “topo”, colocam as armas a trabalhar em pleno, cospem para tudo quanto é lado, puxam da “experiência” e as profissões que lhe serviram de suporte são utilizadas como escavadoras e nada lhes escapa – inventam todo o tipo de sacanices para “ganhar dinheiro para a corda do sino”, fazem explodir com raiva todos os tipos de moralidade e imoralidade, falsificam todo o tipo de bebidas, violam o que lhes dá na gana, abastardam as raízes da carne, transformam o cimento em areia, o ferro em arame, colocam a administração aos papeis, desertificam e abandalham todas a linhas de água para se verem livres da m…. que produzem às toneladas, para não falar da sanha que fazem implementar contra os seus próprios correlegionários, condenando-os sem consciência que se sinta ou veja, aos “quintos dos infernos” onde estarão condenados a apodrecer sem possibilidades de recorrer para coisa nenhuma – esta é e ainda bem, a realidade do “barro” que deu forma aos instintos primários que regem a humanidade - existe em quantidade e para modificar o sistema da qualidade, só destruindo o núcleo do novelo principiando todo o processo da "criação" o que é impossível de fazer – os mais inteligentes e capazes ainda são aqueles que fazem do nada muito, que com a experiência adquirida, desafiam a “selva” e se batem “corpo a corpo” com a certeza de ultrapassar o “cabo das tormentas” e navegar para longe, onde reside o sol que aquece o coração e purifica o espirito.

terça-feira, 5 de maio de 2009

" O fracasso é a oportunidade de recomeçar, com mais inteligência e redobrada vontade - Henry Ford"


O capitalismo tal qual se conhece hoje, evoluiu para uma “obstrução” que vai ocasionar uma “síncope fulminante” que destruirá o sistema se entretanto alguém não produzir os “efeitos”necessários para alterar radicalmente um modelo, que, por este caminho vai produzir pobreza à mesma medida do que se viu num passado próximo – ninguém no ocidente deseja que a “profecia” de que os “comunistas” se tornariam “capitalistas” e os “capitalistas” comunistas se cumpra, porque todos queremos liberdades, igualdade de oportunidades e fraternidade no nosso sistema ocidental.

Para se auto sustentar o “capitalismo” enquanto fazia “promessas” de petróleo inesgotável para alimentar a industria, adicionou ao “ caldo” o “conto” do capitalismo popular, sequestrando os cidadãos e partindo à rédea solta para um “circuito circular” que sabiam nunca produzir efeitos benéficos para a sociedade – quando se aperceberam que a “mina estava esgotada”, porque outros produziam barato demais, inventaram? a globalização da economia mundial, sem deixar que ninguém percebesse os desígnios do que se queria atingir – poucos se aperceberam que a globalização escondia a ambição de continuar a “dominar o mundo” num futuro próximo e que se assim não fosse os chamados “países emergentes” de práticas politicas baseadas na marginalização social, colocar-se-iam em vantagem, desviando o eixo da riqueza e tirando o “caviar da boca” dos que sempre estiveram refastelados a dirigir e a usufruir do sistema que fabricava “resultados falsos” para abastecer de “dinheiro fresco e legal” os “bon vivant” que faustosamente dançavam e ainda dançam ao som de inebriantes, geniais e infindáveis construções musicais.

Os horrores da guerra que levaram à destruição de países inteiros foram o “motor de arranque” que elevaram os níveis de desenvolvimento real, colocando a força de trabalho num patamar que “engordou” os que sobreviveram do ódio e do rancor nazi – os trabalhadores por via das reconstruções nos últimos sessenta e tal anos e que deram origem a verdadeiro poder reivindicativo que muitos consideram hoje insustentável, tornaram-se num entrave insuportável face à concorrência na produção de outros, que bem posicionados na estratégia do domínio social produzem “copiado” e muito mais barato – com estas ameaças, não era possível “ enganar” mais os “papalvos” e os sinos tocaram a rebate de forma estridente levando os “ratos” a abandonar o porão alagado, porque os “mares” de “quinquilharia produzida” não tinham absorção no paupérrimo poder de compra das tradicionais classes de sustentação económica, evidenciando a inevitável rotura dos stocks que incessantemente pressionavam a circunferência à beira da falência.

A “crise” que a globalidade da economia gerou e que não é inocente nem virgem como alguns inacreditávelmente pensam, é um sucedâneo de laboratório que nasceu por força de imperativo estratégico no domínio do comercio mundial nas próximas décadas – hoje quando se conhecem com alguma precisão as correlações dominantes entres países que se desejam anular, vem ao de cima o constrangimento do sistema que “vivia” numa pirâmide que não criava riqueza na base, mas sustentava de forma individual alguns milhares de executivos que viviam e ainda vivem como nababos e à margem das "infecções" que fizeram maliciosamente alastrar, incentivando a cada trimestre, o fosso entre pobres, remediados e ricos.

O cenário virtual da “guerra” que está na maternidade ameaçando dar à luz “ monstros”, mostra as verdadeiras razões que fizeram eclodir de forma inesperada o que estava escondido nas entranhas dos departamentos “polivalentes e secretos” e que no momento estão menos activos, mas ainda com vitalidade suficiente para recomeçar tudo de novo – o controle e a super visão dos governos, é vital para que a estrutura social se mantenha equilibrada a economia funcione e suplante os rivais manietados por correias que não os deixam respirar acabando por os asfixiar – a democracia só sobrevive se for musculada e contundente com os prevaricadores, eliminando-os sem receio do tecido são.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

A Gafanha da Encarnação é o "espelho da Costa Nova"


O Concelho de Ílhavo é uma região “onde todos cada vez mais gostamos de viver”

A CMI que tem orientado e determinado os destinos do Concelho de forma inexcedível nos últimos anos, é um exemplo da responsabilidade que se exige dos autarcas que o POVO elege em eleições livres e universais – competência, responsabilidade, ética e transparência absoluta nos “mundos” que gravitam em órbitas complexas e que no interior acalentam interesses que dum momento para o outro podem enlamear e destruir no cilindro da “terra batida”a resta de esperança na qual todos temos apostado – isso deve encher de satisfação quem acredita que algumas autarquias são os verdadeiros baluartes do tão mal tratado 25 de Abril e efectivamente responsáveis por muito de bom que acontece no País – até ao momento a CMI e salvo alguns “pequenos incidentes de percurso", merece o respeito de todos e os organismos que fiscalizam os “actos e procedimentos” e paulatinamente tem “lavrado” e corroborado que pouco ou nada existe para considerar digno de reparo ou actuação contenciosa, são a resposta aos que só acreditam no que não fazem e no que não dizem, sendo incapazes de reconhecer com simplicidade nos outros, a “manobra” que gostariam de ter tido quando tiveram as “rédeas” e de forma irresponsável quebraram “o freio” à “força de braço”.
Sabemos que pela frente existem ainda desafios e muito ainda se tem de estudar, sustentar, implementar e executar, para tornar o Concelho cada vez mais coeso e determinado, mas todos sabemos que os grande desafios, muito em particular aqueles que se revelam alvos de disputa “cobiçosa” possuem o essencial atributo que confere à presente gestão autárquica um incentivo de vencer e fazer cada vez melhor.

A Câmara de Ílhavo, e apesar do esteiro da Malhada estar a esmo e apesar da dívida limitada e perfeitamente manejável, é hoje um lago onde a água “corre” cristalina, livre de obstáculos e pronta para ser novamente reciclada e bebida – os munícipes que estão alerta e são sensíveis à forma como o erário é investido, acredita que a “coesão do concelho” é um indicador fiável já que está estruturado no equilíbrio sustentado entre freguesias, demonstrando à evidência a vitalidade duma gestão madura, responsável e muito competente e a milhas do “bacalhau seco que alguns (poucos) desejariam atirar borda fora”.

sexta-feira, 24 de abril de 2009

25 de Abril de 1974 - uma data para relembrar,comparar, deduzir e criticar.....





Antes desta data quase todos tinham aprendido a “conviver” com a ditadura do Estado Novo e Salazar não passava dum lidere à medida dum pequeno país – percebe-se hoje com facilidade, que o Professor Doutor António de Oliveira Salazar foi um ditador inteligente, que utilizava a policia para inspirar respeito, que compreendia e aceitava com prazer a religião católica, que não admitia concorrência politica, que adulterava os actos eleitorais, que aceitava sem qualquer rebuço a censura, que aceitava sem remoques de consciência “o bufo”, que não gostava do jugo comunista, que não entrou na segunda guerra mundial por ser um estratega politico à altura dos seus pergaminhos e que tinha um projecto escolar para o País onde nasceu e por felicidade morreu – Salazar e depois de ter governado com “mão de ferro” durante muitas décadas, deixou um pais pacificado e sem criminalidade, um país sem dividas, deixou reservas reais em ouro, deixou um povo inculto mas determinado, um país com escolas e estradas mas sem vias rápidas, um legado de “sós mas orgulhosos”, deixou intacto o Império Colonial herdado dos antepassados, deixou prosperar na riqueza absoluta várias “famílias” que se podem ainda hoje quantificar com precisão e quando morreu, deixou para as posteridade um par de óculos, umas botas de meio cano, uma caneta certamente equipada com aparo de ouro e uma noção do lugar que cabe aos homens de Estado, que causa engulhos violentos nas caras dos milhares de novos ricos que prosperam como moscas pelo País democrático e que por inestimável modéstia, lhe chamam por dá cá aquela palha “ um tenebroso fascista” que não aceitava as liberdades individuais, prendendo a torto e a direito e que praticava as maiores atrocidades para se “desfazer” dos oponentes políticos – a PIDE (Policia Internacional de Defesa do Estado) ficou para a história deixando que as Universidades analisem profundamente a razão de torcionários de ontem, poderem voltar a repetir-se, vestindo naturalmente outra roupagem mais “soft”.

Amanhã, passados que são 35 anos o Estado, livre de peias e amarras e cheio de “brilhantes iluminados pela criatividade e inteligência”, fizeram proliferar os novos atributos que multiplicaram a erva daninha, a promoção da incompetência, a mentira, o cinismo, o facciosismo, a inveja a descrença e para fazer sobressair e sustentar tais inteligências que o Estado Novo “liquidou”, implementaram um Sistema Nacional de Saúde entupido, injusto e monopolizado, uma justiça a raiar as "bordas" da injustiça quando não julga em tempo útil ou mesmo afasta dos tribunais o cidadão que não tem dinheiro para a pagar, abriu portas escolares sem soluções para a juventude, desqualificou o cidadão não lhe proporcionando meios de formação credível e com mérito, semeou por todo o País uma corrente imparável de oportunistas que se banqueteiam hoje com reformas milionárias de três ou quatro proveniências e com idades vergonhosas, incentivou que os políticos correligionários se enquistassem como lapas nos poderes e a alguns foi oferecida a possibilidade de enriquecerem dum dia para o outro, para não falar da enorme corrupção que grassa por todo o País – uma empreitada pública adjudicada por milhares de euros é certo e sabido que o estado vai pagar no final milhões – discutem ainda leis para promover militares da revolução de 1974, leis para prevenir o “enriquecimento ilícito e a corrupção” e leis muitas leis para moderar os que vivem à margem da lei e que quintuplicam cada ano que passa – aos milhares de cidadãos pobres, simples e honestos e sobre os quais são lançados sistematicamente miseráveis lamentos “piedosos”, verifica-se com estupefacção que existem milhões de candidatos à miséria e afastados dos centros de decisão e para piorar nem uma palavra para os “indemnizar” do tempo que perderam no compromisso honroso que assumiram com convicção para trabalhar seriamente em prol do Pais onde nasceram – por ironia do destino, todo este povo que labutou exaustivamente e com o suor a escorrer-lhe da testa viram com estupefacção, alterados os parcos benefícios que lhe prometeram ao longo dos mandatos e de forma abrupta viram de repente o Estado que elegeram, refastelado no lugar do “vigário” dando o dito por não dito, confirmando com cara de poucos amigos que o 25 de Abril de 1974 não pode ser cumprido porque o País não tem recursos ilimitados – todos estamos de acordo com este raciocínio, mas o que se vê na prática nega tal evidência e com 35 anos em “cima do lombo”, tudo isto “cheira” a caldeira com peixe podre…

Depois do 25 de Abril de 1974 e fora uma pequena resta de esperança, o país entrou em coma e intelectuais, empresários e trabalhadores, entraram em pânico estando em fuga para longe do “ inferno português” que não dá a mínima esperança de tornar Portugal num País com futuro – os portugueses e os jovens em especial, estão enredados em esquemas tenebrosos que ninguém de boa fé entende e tirando do espectáculo algumas autarquias, o resto é uma vergonhosa demonstração de “como não se deve fazer”.

É verdade que o Estado Novo fica a milhões de anos luz do desenvolvimento físico que a U E propiciou, por isso vamos ter TGV`s, aeroportos super modernos, auto estradas por todos os lados e continuamos ainda no euro, no entanto todos começamos a adivinhar que Portugal se esteja a tornar num país hipotecado e esteja a caminho da perda da independência moral, já que outros Filipes se perfilam no horizonte para liderar o inquietante e revoltante atraso “cientifico” que a “censura” transformou em doença maligna hereditária, irreversível e sem cura…

quinta-feira, 23 de abril de 2009

As "torres gémeas" continuam no imaginário das pessoas "livres"



World Trade Center

Esta é uma das últimas fotografias das "Torres" e se não fosse uma atitude de fanatismo absurdo que “comandou” o braço que desferiu a fatídica “machadada” a data não teria nascido para os anais da irracionalidade humana que inexplicavelmente está sempre pronta a fluir de reflexos acantonados no mais recôndito do cérebro e que iludem com facilidade todas as investigações mantendo-se calmamente indetectáveis, esperando pacientemente o sinal.
Pensar que o mundo fracturado de ideais e que será o teatro onde se produzirá a próxima catástrofe, existem sentimentos de vingança que transbordam os limites do ódio, desaguando num caldo indecifrável de extremismos incontornáveis e que por simpatia electrónica poderão estar já activos, faz novamente nascer o terror dum ataque brutal em qualquer momento ou em qualquer lado – pensar que o fanatismo bloqueia os sentidos, não permitindo que a consciência emita uma opinião e sabendo ainda que mutações inconscientes estão em curso e que explodem sempre com uma violência impossível de compreender fazendo reviver o renascimento do terror absoluto e que por manifesto azar, pode residir “paredes meias”com o mais comum dos mortais, atemoriza o esplendor da vida que nasceu para iluminar o prazer de viver – infelizmente os alvos são sempre aqueles que tudo fazem para vencer a sobrevivência do dia a dia e que em "Atocha" ou no “novo mundo” e neste último por razões óbvias se apresenta como um símbolo da luta permanente e tenaz para que uma outra auto-estrada se configure num horizonte repleto de obstáculos impossíveis de transpor quando o ambiente na origem é um deserto nas ambições intrínsecas e que completam todo o ser humano.

Uma dispositivo nuclear e que está já ao alcance de mãos geladas e mentes calcificadas na repetição, pode decidir os destinos, desequilibrando o peso do mundo que perdido no universo não terá mecanismos para evitar a decisão fratricida – por falta de manifesta oportunidade estratégica tal manobra extrema ainda se mantém desactivada aos 23-04-2009 e 18H10m, mas e sem margem para grande incerteza, estará já emboscada no quadrante cerebral que obstinadamente seguirá os preceitos fanáticos e para os quais foi zelosamente instruído.

Esteiro e Cais da Malhada

















O Canal da Malhada e área confinante é um ex-libris que tarda em ser requalificado para pena de todos os munícipes do Concelho.

O executivo camarário que tem um papel importantíssimo na renovação do Concelho de Ílhavo e se mostra sempre sensível aos anseios das populações quando estão em causa anseios legítimos, no caso do excepcional Canal da Malhada e da área confinante e apesar de todos sabermos que se tem preocupado com a sua requalificação paisagística parece estar atado de “pés e mãos”.
Embora se saiba que a CMI não tem nem a primeira nem a última palavra sobre esta jurisdição, parece ser no entanto possível recorrer à dinâmica do Presidente da Câmara que como se sabe e quando se interessa, tritura as resistências das tutorias cruzadas, que sempre que podem emperram os mecanismos de desenvolvimento regional legítimo, mesmo que o impacto ambiental não possa ser reclamado.

Uma pequeníssima orla da ria que confina com este canal, foi já envolvida por uma colarinho protector que realçou de forma inexcedível as potencialidades que a zona envolve e isso dá esperança que um dia o canal e zona envolvente assumirão a imponência que tiveram e que todos os munícipes “exigem” que volte a ter.

O Concelho de Ílhavo que tem a ria a correr-lhe no sangue merece uma oportunidade para deixar de vez o velho sótão do esquecimento e renascer das cinzas – as raízes continuam frescas, sadias e fascinadas por constatarem que apesar dos muitos anos passados, o velho e incondicional povo, ainda se lembra do período em que tudo passava pela superfície das suas águas – a memória é o deposito da história e se o Presidente da CMI reflectir um pouco confirmará da justeza do assunto e certamente "As Grandes Opções do Plano para 2009" que prevê nos "Projectos de Incidência Municipal" a qualificação do Esteiro e do Cais da Malhada poderá ser a boa noticia que todos esperamos.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Portugal precisa urgentemente duma "escola nova".



Portugal precisa urgentemente duma “ escola nova” que forneça ética e competência para entender, resolver e ultrapassar os enormes obstáculos que estão à vista.

A sustentabilidade da democracia tem de estar apta a defender-se dos ataques por via de expedientes maldosos e que visam obter “resultados” fora de contexto.

A “mamba preta” possui um veneno violentíssimo que causa a paralisia e consequentemente a morte em poucas horas se o antídoto estiver distante – o corporativismo onde as sociedades intelectualizadas se escondem para proteger privilégios desproporcionados, está investido do mesmo principio activo do veneno da “mamba” e promete em conjunto com a corrupção e a politica irresponsável, destruir o tecido social e desacreditar todas as “soluções” que se coloquem nas diversas frentes que querem implementar as “boas práticas” e que o senso comum reconhece a milhões de anos luz.

Portugal é um país que não pode morrer ás mãos de “gente humana” que se marimba para tudo, que recorre com frequência a expedientes para defender com “unhas e dentes” os seus privilégios e desideratos intelectuais, mesmo sabendo, que estão num “barco” que pode de repente transformar-se num esquife, que inevitavelmente arrastará para o desastre toda a populaça…

terça-feira, 31 de março de 2009

O "comando do mundo global" está totalmente descarrilado e os cidadãos devem salvar-se a si e aos seus...





Somos “democratas”, ou somos uma amálgama de vaidosos, mentirosos, cínicos e controlados por ambição irracional?

Quando todos sabem que a inteligência está minada pelo ego que não deixa pausa para reflexões e que palavras como, solidariedade, humanidade, diálogo e responsabilidade, são substituídas frequentemente por palavras como, vaidade, autoritarismo, ambição, poder, ódio, cinismo, algo vai mal no “reino das trevas” – esta metamorfose nuclear que pausadamente se vem instalando, pode querer alertar para alterações inerentes, revelando o nascimento duna mutação perigosa e para a qual ninguém está minimamente habilitado – é preciso que “algum desconhecido” reponha a ordem nesta convulsão intelectual, travando intenções desqualificadas do contexto e que estão na génese do que inexplicavelmente originou o nascimento do primeiro ser humano.

A ânsia de todos querermos ser o que nos é vedado por razões que podem morar na injustiça da nascença, poderá tornar-se num selo insuportável que identifica com cruel expressividade o destino artificialmente traçado pela evolução que sem explicações, beneficia uns, dando-lhe quase tudo, prejudicando e excluindo outros com uma voracidade desproporcional que pede reflexão para ajustar – a sociedade, que não é auto controlada, mas sim manipulada com fita adesiva para percorrer caminhos de diversos interesses insondáveis, pode exigir no curto prazo que os cidadãos “desertem” abandonando a pressão a que estão sujeitos, já que não podem suportar mais a “falta de ar” – a não ser que estupidamente queiram sufocar quando se consciencializarem que as válvulas de segurança colocadas nos cruzamentos estratégicos, são um sinal enganador como o foram noutros tempos bem próximos os chuveiros para erradicar piolhos.

O trabalho produtivo e gerador de riqueza paulatinamente arquitectado ao longo de milhares de anos e que intuiu “braços” acorrentados, oferecendo como prémio uma subsistência mitigada, deve merecer uma pausa e uma leitura nas entrelinhas que os “sinais do tempo” denodadamente têm evidenciado, merecendo perante os factos, um refrear no “modus operandi e faciendi” que as “inteligências” insistentemente publicitam de maneira a obter resultados líquidos desligados do contexto geral – a humanidade indiferenciada na génese com que iluminou a natureza, ou marcha em bloco, ou desfaz-se na corrente impetuosa que selvaticamente se aproxima do cadafalso construído à beira do precipício.

quinta-feira, 12 de março de 2009

ANGOLA, é um país do qual os portugueses se orgulham


ANGOLA, quer os portugueses o desejem ou não, vai ser um pólo de desenvolvimento no Continente Africano, como o Brasil o é no Continente Americano e os portugueses podem orgulhar-se de ter contribuído ao longo da sua história para que isso fosse possível – ainda bem que finalmente angolanos e portugueses, perceberam que ambos estão “infectados” com os defeitos e as virtudes uns dos outros, o que legitima a origem histórica e que nenhum pode negar – a união da língua é um factor de primordial importância estratégica, facilitando a abertura de portas numa cooperação onde não serão necessários dicionários ou interpretes – os portugueses percorreram sempre em diáspora criativa, vários lugares no mundo e a semente da aventura é um assunto que sempre entusiasmou os lusitanos, que quando “amarrados ao puto”, sufocam e morrem por dentro.


No dia 10 de Março, o Presidente Angolano, Dos Santos, fez uma visita oficial a Portugal e Fátima Roque, cidadã Angolana, deu uma entrevista institucional, que abre perspectivas dum reencontro histórico entre Portugal e Angola – Portugal deu o “ser” ao grande país que é Angola e as gigantescas fronteiras que este soberano país africano possui deve-as ao “ puto” que em tempos passados se bateu galhardamente para que isso fosse possível – Angola um pais ainda “tenro” na caminhada democrática e que expõe deficiências estruturais em todos os campos deve ser relevado, compreendido e acarinhado – quando olhamos para a democracia portuguesa e constatamos falhas gravíssimas em todo o espectro, apesar do tempo que decorreu depois da “revolução”, sabemos do que falamos.

Oxalá (vocábulo árabe), portugueses e angolanos saibam interpretar os sinais do tempo e aprendam com os erros…